Os barcos dos pescadores da Foz do Sabor são dos motivos mais fotografados do concelho de Moncorvo. Também eu quis fazer uma homenagem a este lugar tão bucólico, com uma fotografia que pretende transmitir a atmosfera que ali é possível encontrar.
06 agosto, 2009
Foz do Sabor (1)
Os barcos dos pescadores da Foz do Sabor são dos motivos mais fotografados do concelho de Moncorvo. Também eu quis fazer uma homenagem a este lugar tão bucólico, com uma fotografia que pretende transmitir a atmosfera que ali é possível encontrar.
04 agosto, 2009
Porta em Carviçais
03 agosto, 2009
Pensamentos profundos
Há temas pouco abordados, quer na poesia, quer na prosa. Talvez porque é desagradável falar neles, ou simplesmente por um desvio inconsciente de se falar ou escrever sobre o que mais nos atemoriza.É interessante quão poucas são as pessoas capazes de expor de alguma forma o que pensam sobre a morte. Assunto mórbido, dirá a maioria. Claro ! E com razão. Mas o certo é que de alguma forma, mais cedo ou mais tarde, com mais ou menos frequência, com ou sem intenção, este assunto surge sem convite.
Eu costumo dizer que o facto de acreditarmos numa realidade, de maneira nenhuma nos obriga a aceitá-la. O que é mau é sempre mau, bem que nalguns casos o que é mau, seja de certa forma um alívio de algo pior.
Ter medo, às vezes é saudável, pode proteger-nos de muitos perigos, mas sinceramente o medo de viver é bem mais assustador do que o de morrer.
Isto, porque enquanto vivemos existe algum poder, limitado é verdade, mas existe. Podemos direccionar sentimentos, tomar decisões e orgulhár-mo-nos delas, controlar de alguma forma aquilo que dizemos e fazemos, admirar com todos os nossos sentidos o que de mais maravilhoso possamos encontrar, … mas sem fugir à realidade. Sim, podemos dar-nos conta também de ter como provável ou certo algo mau, mas a consequência dessas certezas num ser inteligente e capaz como o de um ser humano devia ser o de desfrutar com apreço, respeito e amor o que de mais frágil e valor temos: a vida.
A morte
A morte, inimiga de quem ama,
amiga do sofrimento e da saudade.
Todos a temem,
menos aqueles que ela já arrebatou.
A morte, tira a vida mas não a apaga.
Rouba as vidas de quem as possui,
mas não elimina as lembranças de quem continua a viver.
Por isso, vivamos com todo o vigor
e façamos viver aqueles que partiram
com forte recordação.
Séfora R.
(enviado por email)
31 julho, 2009
Cabanas de Baixo - igreja
Longe das estradas movimentadas, Cabanas de Baixo, pertencente à freguesia de Cabeça Boa, é daqueles lugares de poucas vezes nos lembramos. Felizmente essa situação tem-se alterado quer pelo melhoramento nos acessos, quer pela crescente popularidade dos peixinhos do rio que aqui se podem comer.A fotografia mostra a igreja de Cabanas de Baixo.
Moncorvo é notícia - Jul09
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- 31-07-2009 - JN - 64 milhões para riqueza e emprego
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- 28-07-2009 - Expresso - Incêndios: Dois incêndios lavram em Portugal, Beja ainda por circunscrever
- 21-07-2009 - Público - Portugal soma 12 zonas balneares interditas
- 16-07-2009 - Mais Portugal - As Calcinhas Amarelas no Teatro de Moncorvo
- 12-07-2009 - Público - Governo lançou concurso para Redes de Nova geração para as zonas rurais do Norte
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- 09-07-2009 - Avante - CDU quer dar voz às pessoas
- 03-07-2009 - Opção Turismo - Vale do Côa apresenta Plano Estratégico de Promoção Turística
- 03-07-2009 - Semanário Transmontano - Mercado de transferência: O Moncorvo já definiu o plantel para a próxima temporada
- 03-07-2009 - Jornal Terra Quente - Sabores do rio invadem Foz do Sabor
- 03-07-2009 - Jornal Terra Quente - História do Concelho e da Região exposta no Centro de Memória
- 03-07-2009 - Jornal Terra Quente - Sidónio Fernandes não confia nas contas de Aires Ferreira
- 03-07-2009 - Turisver - Apresentação do Plano Estratégico de Promoção Turística do Vale do Côa
- 01-07-2009 - Jornal Nordeste - III Divisão – Série B Moncorvo prepara-se
- 01-07-2009 - Jornal Nordeste - Felgueiras poderá criar museu para imortalizar a história dos cereeiros
- 01-07-2009 - Mensageiro - “Os dinossauros também perdem eleições”
Outras Notícias sobre Moncorvo
30 julho, 2009
Amar é...

Amar é
dar provas e não testar
edificar sem derrubar
ter e não exigir,
é alimentar o conseguido
preservar o já vivido
nada dando por conquistado.
Amar é
ser incondicional
independentemente do mal
que na vida pode arrastar,
é apoiar sem reservas
mesmo que nas trevas
ás vezes nos faça andar.
Amar é
acrescentar sem subtrair
ser leal e não trair
mesmo num mundo sem valores,
é estar sempre apaixonado
viver a vida empenhado
em demonstrar carinho e afecto.
Amar é sobretudo
ser macio como o veludo
e leve como uma flor,
é apesar e acima de tudo
conseguir sem sufocar
o fazer sentir o outro
o significado da palavra amar.
Poema dedicado ao meu marido, com quem venho de completar 12 anos de casamento.
Séfora R. para Solitário.
29 julho, 2009
Rostas Transmontanos, em Lisboa
28 julho, 2009
Poema ao Rio Sabor

Lembras-me águias-reais
Deslizas tão indolente
Saudades cada vez mais
Deste rio… desta gente
No teu espelho de água
Onde me delicio a rigor
Apenas me fica a mágoa
Não te ver mais vezes...Sabor
Em ti deito o meu olhar
E ao descansar no teu leito
Quanto mais me aproximar
Mais te colocas a preceito
Cresce em mim a ansiedade
Em ti coloco o meu peito
Deste rio… tanta saudade
Lembras-me um amor-perfeito
As tuas águas tão livres
Passam calmas e silenciosas
Ultrapassam pequenos declives
Nas imensidões invernosas
Nas tuas margens verdejantes
Olho tudo em teu redor
E as papoilas saltitantes
Lembram-me o meu amor
Quando te ouço cantar
Penso seres… uma sereia
Que vontade de te amar
Que saudade… da minha aldeia
Fernando Silva
nota: enviado por email
Fotografia: Rio Sabor (08-05-2008)
27 julho, 2009
Felicidade

Felicidade, estranha sensação tão desejada e tão pouco encontrada.
Passamos a vida a procurar ser felizes, pensando como seriamos felizes se tivéssemos feito outras escolhas na vida, ou se possuíssemos certos bens associados a felicidade.
Mas, por mais irónico que isso possa parecer, é quando perdemos algo que nos damos conta de que éramos felizes com o que tínhamos, seja uma amizade, um relacionamento ou um familiar.
Porque será necessário perder as coisas para vermos quanto valiam?
Porquê procurar alcançar algo que já temos, por vezes ao nosso lado?
Porque não tentar ver a felicidade que há numa amizade, no amor, na família, num sorriso ou numa delicadeza?
Porque gastamos muitas palavras quando já não nos ouvem, quando antes estávamos calados?
Encontre a felicidade de estar vivo, de poder amar e ser amado, de ser ouvido e compreendido.
Seja feliz.
Solitário
(enviado por email)
Fotografia: Estrada N102 perto da Junqueira, ao volante! (07-06-2008)
26 julho, 2009
21 julho, 2009
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