27 setembro, 2008

Cabeça de Mouro


Cabeça de Mouro, visto à distância.
01-06-2008

17 setembro, 2008

Carviçais (II)


Cruzeiro em Carviçais.
27-07-2008

14 setembro, 2008

P’ra lá do portão



P’ra lá do portão,
Onde o tempo se apaga,
E a luz se acende,
O espírito ascende.
Sobe a montanha,
Que o sol afaga,
P’ra lá do portão.
Porta da vida,
Entrada, saída,
Por lanças guardada.
Ponto de encontro,
Do tudo, e do nada.

06 setembro, 2008

Adeganha


Mesmo sem as técnicas de construção actuais, mantêm-se em pé e operacionais.
Adeganha, 7 de Junho de 2008.

21 agosto, 2008

Vale da Vilariça


Entre a Foz do Sabor e as Cabanas de Cima, olhei em direcção à Quinta da Portela. O cenário parecia uma pintura a óleo.

16 agosto, 2008

Castedo 2


Pormenor em granito do pórtico da porta principal da igreja do Castedo.

11 agosto, 2008

Futebol feminino




Equipa de futebol feminino do Santo Cristo que, com muito mérito, conquistaram a taça, em Zedes, no dia 10/08/2008.

10 agosto, 2008

Junqueira

Captado numa rua da Junqueira, a 24 de Maio de 2008.

04 agosto, 2008

Agarrado à vida

Cabeça de Mouro, 01 de Junho de 2008.

02 agosto, 2008

Carviçais


Algumas das coisas que me chamaram à atenção, na minha primeira visita a Carviçais.
27 de Julho de 2008

29 julho, 2008

Os tons do estio, em Mós


Em redor da Capela de Santa Bárbara, avistam-se quilómetros de montes e vales. Aos tons frios do horizonte, misturei as cores quentes do primeiro plano, com flores secas, de cardos. Espinhosas, recortadas, cheias de sementes mais leves do que as nuvens, mais suaves do que a seda .
De um ponto tão elevado, compreendemos um pouco a razão da importância de Mós na história.
Basta levantar os braços e deixar-se levar, encosta abaixo, serpenteando os montes, qual ribeira, de encontro à passagem estreita que rasga as fragas, antes de se fundir nas água já sempre domesticadas do Douro. Ou então, visitar Santa Bárbara, última guardiã dos altos, agora já sem castelo.
Adoura-se a erva com o estio, mas com ele vem a festa, a devoção, a procissão, a música, o arraial. Assim como as estações vão dando lugar umas às outra sem se esgotarem, também nós, vimos e partimos, nascemos e moremos, mas as aldeias permanecem, lutando como os cardos, que esperam pelas chuvas que farão de novo brotar flores.